Um
velho solitário
Era
uma vez um velho que todos os dias estava sentado num banco de
jardim. Esse jardim tinha lindas flores,um banco bem enfeitado e
belas borboletas.
Esse
velhinho tinha uma grande lembrança de sua esposa que havia
falecido, e por isso ele todos os dias sentava naquele banco para
esfriar a cabeça e esquecer os problemas. Mas sua tristeza cada vez
aumentava mais, porque não tinha mais sua família nem amigos, ele
era muito sozinho.
Um
belo dia esse velhinho encontrou um amigo. Eles se conheceram e
conversaram bastante. Ele resolveu contar sobre sua esposa que tanto
amava, que antes de sua esposa ir para o hospital ele deu um lindo
buquê de flores e uma corrente com o seu nome gravado e que ela
quando pegou na mão derramou uma lagrima e falou que o amava muito.
Depois
de uns minutos sua esposa foi deitar descansar um pouco, e seu esposo
ficou na sala sentado no sofá assistindo tv, nesta mesma noite sua
esposa faleceu.
Seu
amigo ficou muito emocionado ao ouvir a história de sua esposa, e
então seu amigo resolveu falar sobre sua vida. Ele falou que ele
tinha só uma filha, que ela morreu atropelada, e que nesse dia foi
uma grande tristeza para sua vida. O velhinho ficou bem pensativo e
percebeu que eles viviam uma situação bem semelhante.
O
velhinho, depois daqueles dias, não ficou mais solitário, pois
tinha esse amigo para fazer companhia este homem começou a ser sua
família.
NOME:Amanda
Souza Nascimento 8°B
Um dia com minhas amigas
Era uma vez
eu e minhas amigas Pâmela, Tuane e Priscila .Estávamos indo pra
o shopping fazer compras e passear .Indo até lá começou a
trovejar e eu disse:
Será que
vai chover justo hoje ?
-Sei lá,
respondeu a Pâmela .Fomos seguindo em frente ,paramos num
restaurante para almoçar , depois a gente foi para o cinema assistir
ao filme”Velozes e Furiosos 7”.Foi muito bom .Perguntou a
Priscila :
-É legal
esse filme ? Eu nunca tinha assistido.
-Claro,é
muito legal !-Respondeu a Pâmela .
Depois que
a gente saiu do cinema começou a pingar , eu disse: que vai chover
.Alguém de vocês trouxe um guarda -chuva?''
-Não? E
agora? Vamos para onde? .
-Vamos para
minha casa ,indo até lá empoçou a rua toda e nos molhamos
todas.-disse:
-Que coisa
não ter nem um guarda chuva para vender aqui!-Disse depois nós
tomamos um chá quente e cada uma de nós foi para casa.
Autor:Ashley
de assunção matos
Turma: 8°
ano b
A Gorila
Koko
Rozana Milher Maia e Jenifer
Cruz Dauw eram duas estudantes do Zoologia que estavam procurando
casos estranhos e engraçados entre animais .
Rozana iria pesquisar casos
de gorila eram treinados ate que um caso chama a sua atenção ,
ligeiramente liga para Jenifer que já estava dormindo pois trabalhou
de mais , assustada bota seus óculos e atende o telefone e fala :
- Alô , quem é ? disse ela com voz de sono
- Sou eu Rozana tenho uma bela notícia para você!
- Qual é a bela noticia me acordar ; não é novamente uma cobra axé ?
- Não não , desta vez é uma macaca que gosta de calcinha preta – diz ela rindo
- Há não você !! você me acorda pra isto e você ainda fala mais um monte de palavroẽs
- Claro que não estou brincando a verdade é que uma gorila sendo ensinada ase comunicarpor linguagens de sinais e talvez pudéssem ver e ele amanhã tá , te pego em tua casa Jenifer voltou a dormir e Rozana depois de longa 3 horas de pesquisa vai dormirNo dia seguinte foran as duas juntos ao lugar combinado e conversaran com o pesquisador do gorila de 130 quilos a se comunicar por vitoria sinais comemoran em agosto .
E o
pesquisador da califórnia explica para Rozana e Jenifer que gorila
lhes contasse que estavam com dor de dente ataves dos e pegaran um
tratamento odontologico para o gorila e elas cairan na gargalhada .
Autora:
Brenda Chagas 8°ano B
Uma
família na rodoviária,sentada sobre a bagagem.
Na
Rodoviária de Belém do Pará,havia uma família sentada sobre a
bagagem,era uma família de 7 pessoas ,contendo:Pai,mãe,dois garotos
e uma garota,avô e avó. Um dos garotos tinha 8 anos e não parava
de reclamar:
- Eu disse que era pra gente ir de avião,porque não atrasa!
- E quem disse que avião não atrasa? - Perguntou o irmão mais velho,ironizando.
- Pode até atrasar,mas pelo menos lá no aeroporto tem umas gatinhas,tem ar-condicionado e a gente não fica nesse calor te 31° graus, com esse sol aí rachando!- Resmungou o menino.
- Égua,moleque,vou ter que concordar contigo,mas é só dessa vez não vai se gabar!- Disse á irmã do meio.
- Vocês tem dinheiro? - Perguntou a mãe.
- Não! - Respondeu os dois.
- Então como vocês queriam ir de avião,só se vocês fossem na asa! - Ironizou á mãe.
- Égua, eu não boto fé! - Gritou o menino.
- Oque foi, meu filho? - Perguntou á avó.
- Olha pro céu, vai cair um pau d'água! - Respondeu ele.
- Mas você não estava com calor? - Perguntou o avô.
- Sim!Mas eu não queria que chovesse! - Respondeu ele.Os avós se olharam sem entender nada. E o garoto continuou reclamando:
- Eu nunca mais venho pro Círio! - Resmungou o menino
- Por que mais? - Perguntou o pai.
- Porque eu não gosto de viajar de ônibus! - Disse o garoto.
- Aí tu vai perder as comidas boas,a viagem por causa das tuas chatices? - Perguntou a irmã
- Perco,mas eu não venho mais para Belém! - Disse o menino.
- E pra minha alegria lá vem o ônibus! - disse o irmão mais velho.
- Até que enfim, não aguentava mas ficar sentada em cima dessa bagagem! - Disse a irmã.
- Ah,eu não queria ir embora dessa cidade linda,vou sentir saudades! - disse o garotinho.
- É,esse menino,é bem confuso!
Vocabulário:
Égua:
Usado no estado do Pará como “nossa”,ou pode usar pra demonstrar
raiva,tristeza,espanto,animação,etc...
Círio:Uma
grande procissão religiosa que acontece em Belém,no mês de
outubro.
Pau:muito,muita.
Autora:Camila
Welen De Carvalho Magno
UMA
CORRIDA CONTRA A CHUVA
Em
uma rua na zona sul da Caxias do Sul,numa noite de tempo nublado
,andava um menino chamando Ryan ,que estava indo para sua casa.
Quando ele olhou para o céu viu que o tempo tinha se fechado e que
estava pronto para chover
-Puts
,vai chover e eu estou sem guarda chuva. Vou me molhar todo, o garoto
viu que ia se molhar saiu em disparada para casa ,.mas antes da
metade do caminho, come çou um temporal muito feio e o garoto ficou
todo molhado .
Em
quanto ele ia para sua casa passou um carro a toda velocidade e
passou por uma poça de lama e jogou toca aquela lama para cima do
garoto,que além de estar todo molhado agora tava cheio de lama .
Quando
chegou em casa, sua mãe olhou o estado do filho e mandou o garoto
direto para o chuveiro para se lavar ,porque ele estava parecendo um
porquinho com toda a quela lama.
Depois
de ter tomado um banho bem demorado, depois de ter tomado aquele
caféo menino se sentou e começou a dialogar com sua mãe:
-como
você se molhou e se sugou todo ?
O
garoto explicou tudo o que tinha acontecido com ele .
Ali
o menino aprendeu que quando nele visse que ia chover esperasse a
chuva passar para não acontecer o mesmo outra vez.
AUTOR:
David Varela de França – 8°B
Um menino muito bagunceiro
Lucas
era um menino muito bagunceiro certo dia ele e a família dele foram
embora para outro bairro,mas o bairro para onde ele se mudaram era
muito calmo. Lucas então decidiu deixar aquele bairro do jeito
dele,virou as latas de lixo,fez rampinha de skate,marcou o chão com
os pneus de bicicleta,deixou aquele bairro uma zoeira. Mas quando
joão,seu vizinho,chegou,começou a gritar.
-
Lucas!Lucas!Lucas seu pestinha de uma figa você vai me pagar!
E
então ficou acontecendo isso,toda vez que João mandava limpar,Lucas
chegava e fazia essa baderna. Mas certo João disse para Lucas:
- Se você não parar com essa bagunça eu vou te mandar para um reformatório.
- Ha ha ha! Eu duvido.-disse Lucas irônico.
João
se virou e entrou em sua casa,tomou banho e foi dormir.
Mas
Lucas viu aquele bairro muito limpo,então decidiu fazer bagunça
novamente,virou latas de lixo,riscou o chão com o pneu de
bicicleta,etc.
Quando
João acordou olhou pela janela e viu toda aquela bagunça,pois não
pensou duas vezes pegou o telefone e ligou para o reformatório.
-
Alô!É do reformatório?Bom,tem um menino aqui no bairro muito
travesso vocês podem vir buscar ele por favor?Ele está fazendo
muita bagunça,está bom?Até mais.
Era
17 horas da tarde quando eles chegaram,Lucas estava nas latas de lixo
o pessoal do reformatório foi direto nele.
- O que você está fazendo menino?Perguntou um dos homens.
- Quem são vocês? O que vocês querem? Perguntou Lucas.
No
dia seguinte:
- Bom,Mamãe ele só vai ficar aqui por um tempo,logo,logo ele voltará para casa.
Passou
6 meses,Lucas voltou para casa.
- Olá Mamãe,vou ir falar com o Sr. João.Lucas foi logo na casa da frente.
- Oi!João disse surpreso.
- Oi!disse Lucas.No mesmo dia João percebeu que Lucas havia mudado.Antes de Lucas ir embora ele agradeceu por João ter feito aquilo poe ele.
Erika
dos Santos Duarte 8 ano B
A chuva do Amor!
Em
uma noite estrelada uma moça muito bonita esteva andando no jardim
da praça e de repente uma chuva começou a cair, molhando as flores
e a terra. Havia uma brisa calma no ar
Depois
de alguns minutos um moço bonito, gentil e com um guarda-chuva
disse:
- Moça precisa de ajuda, eu posso levar você para um lugar mais seco se preferir kkkk!
E
ela respondeu:
- Seria ótimo, obrigada kkkk!
Então
eles foram tomar um café na lanchonete-claro depois que ela trocou
de roupa-E os dois conversaram tanto que perderam a hora. Quando
perceberam todos da lanchonete tinham ido embora, então eles
resolveram ir também.
Ele
levou ela para casa, chegando lá o moço diz:
- Amanhã vai ter uma banda tocando no pavilhão perto da praça, você quer ir comigo?
A
moça fez cara de pensativa e respondeu:
- Pode ser, então até amanhã, te vejo lá, tchau!
- Tchauuuuu! KKK.
No
outro dia os dois se encontraram, conversaram e vão para o show,
chegando lá eles passaram horas e horas dançando. E de repente a
mesma chuva que molhava aquele jardim, agora molhava eles e aquelas
pessoas. Naquele momento os dois se olharam e no clima do amor deram
um BEIJO parecia que só existiam eles naquele lugar e então começou
uma história de AMOR!...
Autor:
Ester dos Santos
Turma:
8ºano B
Um
menino abandonado na rua com o olhar perdido
Era
uma vez um menino que foi abandonado pela família. A partir daquele
dia o menino passou a viver na rua,com frio,fome e solidão.
Para
não morrer de fome ele passou a roubar. Foram muitos anos roubando
até que um dia,ele roubou a bolsa de uma moça que estava fazendo
compras na feira. Mas o roubo não deu muito certo,pois na feira
havia um policial,que correu atrás do menino,que tropeçou em uma
pedra e caiu. O policial conseguiu pegar o menino e recuperou a
bolsa.
O
menino foi para a delegacia. A mulher foi até a delegacia para
perguntar por que o menino havia roubado. Mas ele não respondia.
Então
ela continuou perguntando até que ele respondeu:
-Para
não morrer de fome!
A
mulher não sabia o que falar. Até que ela perguntou:
-Você
aceita morar comigo e ter uma vida melhor e parar de roubar?
O
menino sorrindo, respondeu:
-Sim,eu
quero!
Então
a moça pegou o menino e o levou para casa!
O
menino parou de roubar,e passou a ter uma vida melhor!!!!
Gabrielle da Silva Soares- turma 8ºB
O
barulho na cidade
Numa
manha de inverno,eu estava tentado dormir enquanto no terreno ao lado
os operários trabalhavam com muito barulho com suas maquinas.
Era
todas as manhãs bem cedo, eles começavam com o barulho, os vizinhos
reclamavam de ter que aguentar o barulho das maquinas.
Ate
que um dia aconteceu um acidente com um operário, ele caiu do 6°
andar o operário estava inconsciente A família do operário, junto
com os vizinhos se reuniram para protestar. Mas o que os familiares
não sabiam que o culpado tinha sido operário. Com os protesto os
policias foram fazer a perícia eles não deixava passar uma pista
cuidavam de tudo, ate que descobriram que o operário não estava
usando os equipamento de segurança os familiares se assustaram.
A
mãe do operário disse que ele não era desse tipo sempre se
cuidava com sua segurança e dos colegas, ele só quebrou a perna.
A
lição que temos dessa historia é que não podemos julgar as
pessoas pela aparentemente e que devemos sempre os equipamentos de
segurança no seu trabalho.
Igor
Hartmann Mafra - 8° A
O
velho solitário
Era
uma vez um velho solitário que todos os dias estava sentado num
banco de jardim por ali também sempre passava uma adolescente
chamada Pamela, ela sempre passava por ali para ir para a escola.
Certo
dia ela decidiu parar e conversar com o velho solitário, ela disse:
-Oi!
Senhor tudo bem?
Ele
meio assustado com a atitude dela, disse:
-Oi!
Como você se chama?
-Pamela.
Ela respondeu e perguntou:
-E
como você se chama?
-Antônio.
Ele respondeu.
Depois
de alguns segundos Pamela perguntou:
-Por
que o senhor fica sentado neste banco todos os dias?
Ele
encheu os olhos de lágrimas e disse:
-Cada
vez que me sento aqui lembro da minha esposa,que faleceu já faz 2
anos, o cheiro dessas flores me lembra o perfume dela, cada vez que
me sento lembro do momento em que a gente se conheceu.
Pamela
quase chorando dá um abraço no Antônio e disse:
-Vou
para a escola, até mais.
Quando
ela chegou na escola, a professora Nathalie pediu para eles
escreverem uma histórinha, e Pamela decidiu contar a histórinha que
Antônio contou para ela sobre a esposa dele.
E
depois daquele dia Pamela e Antônio ficaram amigos para sempre.
Nome:
Jenifer Vilasboa Swaisser
Turma:
8º ano B
O DESCUIDO
DE UMA MÃE
Numa
certa tarde havia uma mãe com seus 2 filhos .O mais velho que
tinha 12 anos se chamava Rafael e o mais novo de 8 anos se chamava
Pedro .Sua mãe tirou a tarde para passear com seus filhos e se
divertir .Mas por um descuido de mãe o menino menor soltou a mão
dela é se perdeu no meio do parque .
sua
mãe foi na polícia registrar queixa ,mas o que ela não sabia é
que o menino estava no mesmo lugar onde ela havia soltado a sua mão
.Maria a mãe de Rafael e Pedro ,estava desesperada atrás de seu
filho caçula ,ela estava com começo de depressão
Seu
filho ficou abandonado ma rua seu olhar era de quem estava perdido
até que uma senhora de idade encontrou-o na rua onde tinha havido
o parque de diverssão .A dona Rita uma senhora muito humilde e
simples o pegou e logo pensou em levalo para a delegacia mais cm
medo que os policíais o prendese esperou .Mas logo tirou a
conclusão de que tinha que leva-lo para a delegacia
Então Rita pegou Pedro cuidou dele e
no dia seguinte o levou para a policía chegando la eles
reconheçeram o garoto então logo chamaram sua mãe e Maria logo que
avistou o menino encheo seus olhos de lagrimas e o encontro ods dois
foi muito emocionante porque ela prometeo que depois dessa teria mais
cuidado com o que iria fazer e assim foram para casa e ela passou
ter mais cuidado com tudo e que o descuido levaria a tragicos fins .
AUTOR:
Kitieli .C.Pereira
O
órfão e o cão
Um
menino órfão passando por uma rua viu um cão esfomeado,ele foi
acariciar o cachorro e ele roubou seu único pão . O menino seguiu o
cão até uma outra rua .ao passar por uma casa e lá notou
que
na janela havia uma torta ,ele pensou que pegaria a torta, ao tentar
pegar a torta a dona chegou
e
disse:
- Menino ! Saia de minha janela;
- Mas estou sem comer faz muito tempo
- Não vou te dar minha torta .
O
cão aparece por la ,e larga o pão mas ao ver a torta ele pula e a
pega e o cão corre parra dentro de um orfanato e o menino o segue
e ao olhar dentro do orfanato decidiu ficar por lá .O menino que
passava pela rua decidiu ficar com o cão. E assim o menino e o
cachorro conseguiram um lugar para morar.
Matheus
Luan Batista 8ªb
Viagem
ao rio
Num
final de ano a família Silva como de costume ia viajar ao Rio de
Janeiro para passar uns dias, já que eles tinham parentes lá, mas o
carro de seu Auro estava com alguns problemas no motor então as
alternativas eram ir de ônibus ou avião.
Como
ninguém daquela família tinha andado de avião não quiseram
arriscar,então a família decidiu ir de ônibus.
No
dia seguinte eles compraram as passagens pela internet para as 06:00
da manhã para os quatros: seu Auro, Beatriz e os dois filhos Tales e
Sandro.
Todos
já com suas malas prontas, eles chamaram um táxi. Chegaram na
rodoviária, o ônibus ainda não estava lá eles esperaram por 20
minutos e então a família sentou sabre as bagagens
Autor:
Misael de Souza Pereira
O
Menino Danadinho
Era
uma vez uma rua deserta em um dia de verão um menino abandonado
sozinho com um olhar perdido.
Eu,
como sempre ,fui bom de coração chamei o moleque.
- Oh menino -gritei eu .Ele respondeu com um olhar feliz.
- O quê meu bom homem .
- vem cá -disse eu meio triste .
- vamos para a casa vou tomar conta de você -disse eu já com um pouco de sono.
- então tá -respondeu ele muito feliz da vida.Ele entrou no meu carro e fomos para casa escutando musica e se divertindo até chegar em casa e abrir a porta e ele se da de cara com uma humilde casinha com móveis velhos e de madeira olhei para ele e vi que estava olhando tudo com uma cara de nojo ,ele ficou parado em quanto eu entrava eu deixei meu casaco em sima de uma cadeira de ferro e me sentei em um sofá muito empoeirado .Mas o menino ainda estava ali parado eu disse a ele.
- Menino vem cá por favor ,sente-se aqui.e ele ainda ficou parado .Eu repeti mais 3 vezes , e na quarta vez.
- VEM CAAAAAA MEU -disse eu gritando muito bravo.
- ele veio tudo se espremendo de medo .Depois de 3 meses tivemos uma discussão porque ele não era humildefoi muito feia a briga até que ele disse
- chau
- Oque -disse eu quase dando um soco na cara dele
- Vou em bora -disse ele
- mas vai para a onde pestinha -disse eu
- Ué para a minha casa
- você tem casa pirralho -disse eu bravo e gritando
- sim e uma casa bem legal com uma linda limo zine na frente e meus pais são milionários
- Mas como você sai de casa assim -falei eu
- Da nada minha mãe foi viajar – disse o pia com uma risadinhaO menino disse
- Vem comigo você vai ser rico de mais
- Não obrigado -disse eu
- por que -disse ele
- eu prefiro 10 vezes ser pobre mas ser feliz .
MORAL-
Não de bola aos autos moveis ao dinheiro só da bola as pessoas e as
felicidades que te aguardão
Ricardo
Petry Borges
UM
RECOMEÇO E UMA CHANCE DE SER FELIZ
Um
belo dia,eu andando de
carro,em uma rua movimentada, parei o carro,aguardando que
a sinaleira ficasse verde
novamente,olhei para á calçada,onde avistei um pequeno menino
solitário. Fiquei com pena de ver aquele garoto,então achei um
lugar para estacionar e aproveitei para dar alguns “trocados” e
perguntei á ele:
-Cadê seus pais?
-Eu sou órfão, perdi
meus pais em um incêndio-respondeu ele
-Você não tem mais
ninguém, nenhum familiar?-perguntei
-Não!!!-respondeu
com os olhos cheios de lágrimas.
Dei os trocados á ele e
fui trabalhar,mas não tirava aquele rostinho, o olhar
perdido, da minha
cabeça.
Fui àquela rua novamente
e vi ele procurando restos de alimentos nas lixeiras, falei com ele
de novo e dês de então começamos uma relação de afeto. Decidi
colocá-lo em em um abrigo (orfanato), toda semana ia visitá-lo,
apresentei o Eduardinho, para o meu marido que se encantou por ele
também. Passaram -se dois anos, não tinha filhos, então eu e o
meu marido decidimos adotar o Eduardinho, depois de tanta burocracia,
agora tenho meu primeiro filho.
Dezoito anos depois,meu
filho criou uma fundação que oferece assistência aos menores que
não tem família tenho muito orgulho dele. Um dia salvei ele ehoje
ele salva várias pessoas deste mundo, onde os sem teto,são sem voz
e sem direitos e participação na sociedade.
Autor:
Rosana A.R. Martins
Turma:
8 ano B
Que
barulho
Em
uma grande cidade brasileira um barulho infernal afeta os moradores
de um prédio que há muito já não suportam tamanha inconveniência
da companhia de construção Conrado.
Em
um certo dia eles decidiram vão agir contra esse abuso de paciência
.
-vamos
ao tribunal reclamar desse insulto ao nosso lazer essa tal de cia do
Conrado vai ver só.
Disse
Jaiminho o síndico e os outros inquilinos concordaram.
Todos
se prepararam contrataram um bom advogado e foram ate
tribunal,chegando lá
Conrado
Convoca o advogado mais bem pago da cidade ele não perdeu nenhum
caso até então.
Mas
o Conrado pela primeira vez perdeu e isso o deixou enfurecido ele se
negou a parar com sua obra milionária. Isso até o delegado tomar
posse do caso.
Mas
o Sr.Conrado não iria desistir tão facilmente ele tinha proibido
de continuar a obra na quele local mas ele comprou o terreno ao lado
e fez a mesmissima coisa e desta vez o barulho era bem maior.
As
pessoas não aguentaram mais e decidiram tentar suportar a grande
perturbação. Passa um mês,as pessoas cansadas da obra que não
acaba mais percebem que não podem reagir a essa barulheira e o que
elas fazem?
Ficam
como estão porque a história que eu contei é sobre um país e
suas leis e pessoas
as
pessoas não vão atrás do que querem e as leis são nada boas .Esse
pais é o brasi.
Samuel
Costa- 8°B
A
Saída dos Alunos de uma Escola
Os
alunos estão com muita vontade de ir para casa.
Desde
o começo da aula todos cochicham a possibilidade de ir para casa ,
pois estão muito cansados e querem dormir, jogar bola , videogame,
ir no celular e brincar de tudo que fosse possível.
Passa
das 11:00 e eles não param quietos até a professora chamar a
atenção dos alunos.
Os
alunos estão planejando uma rebelião às 11:30 e ninguém escuta
mais a professora.
Meio-Dia
e os alunos saem antes da hora e já estão quase discutindo.
Dali
a pouco começam a brigar e discutir.
Os
alunos começam a se misturar e brigar entre si , xingamentos,
voadeiras e muita habilidade nos xingamentos de uns, então a
diretora chega enfurecida e fala:
-Como
vocês fazem isso, seus moleques?
Bate
o sinal e todos saem correndo bem loucos.
Moral:
Sempre cabe mais um!
Autor: Leonardo Duarte
Rodrigues da Silva Turma: 8ºAno B
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